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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Evento no próximo dia 5 reúne CIOs do Banco Original, Magazine Luiza, Copersucar, Valor Econômico e Porto Seguro
Transformação Digital na Prática, como Fazer? Este é o tema do evento promovido pela CIONET Brazil que acontece no próximo dia 5, no auditório do Cubo, em São Paulo. Para Cezar Taurion, Head de Digital Transformation da kick Ventures e Keynote do evento, essa transformação é uma estratégia digital de negócios que para que as empresas se mantenham competitivas. E acrescenta que a TI tem a oportunidade de ter um papel fundamental nisso. Mas adverte: se a área começar a atravancar vão passar por cima dela. “E, por outro lado, se liderar este processo, é uma grande oportunidade para o CIO virar o Chief Transformation Officer”, completa.
Marcelo Koji, CIO do Magazine Luiza, vai falar sobre os caminhos do Magazine Luiza para migrar de “uma empresa tradicional que possui uma área digital” para “uma empresa digital com pontos físicos e calor humano”. Segundo ele, nesta trajetória o foco da TI mudou de uma área de apoio para protagonista. Koji abordará ainda os grandes desafios de conseguir inovar e ao mesmo tempo garantir uma grande operação em uma das maiores empresas do setor de varejo do país com 800 lojas distribuídas em 16 estados.
Já no Banco Original, segundo seu CIO Wanderley Baccalá, o grande desafio foi montar uma empresa 100% digital sem qualquer referência anterior. Para Baccalá, em qualquer instituição financeira Tecnologia da Informação já é relevante e num banco 100% digital mais ainda. “O banco já nasceu com este propósito da TI ser o driver, o que é uma grande oportunidade”, destacou. “É um trabalho de parceria onde a área de TI influencia e é influenciada pelas demais, como marketing e pela área de negócio.”
O evento Transformação Digital na Prática, como Fazer? será no próximo dia 5 em São Paulo, no auditório Cubo, rua Casa do Ator, 919, das 8:00 às 11:45. Membros da CIONET Brazil devem confirmar sua presença em: http://www.cionet.com/events/89447/ e outros dirigentes de TI interessados devem se inscrever em: eventos_brazil@cionet.com . As inscrições são gratuitas. Vagas limitadas.

Por Kleber Bacili*

A transformação digital é o instrumento mais eficiente e competitivo para alavancar o negócio. A adesão por soluções digitais deve estar presente em todos os processos, desde produção, distribuição até pós venda. E uma das estratégias mais bem sucedidas do mercado é a adoção de APIs, que são fundamentais para substituir atividades repetitivas e processos internos, que podem ser facilmente automatizadas.

Mas não é só isso. Uma boa estratégia de API também é responsável por estender as oferta de serviços e, como consequência, explorar mercados ainda desconhecidos. Quer exemplos? Marketplaces. As grandes redes de varejo perceberam que era possível reduzir custos e permitir integração de pequenos lojistas à plataforma para vender seus produtos através dela. Outras plataformas apoiadas pelas APIs são Open Banking e Omnichannel.

Mas existem restrições dentro do mundo corporativo em relação à adoção de soluções digitais. E nesses casos, o departamento de Tecnologia de Informação exerce uma função apenas operacional. Porém, e se dermos para a TI o papel de protagonista? Para chegar nesse patamar, um dos caminhos a seguir é a terceirização da TI.

A flexibilidade da TI permite que o departamento de inovação seja mais ativo nas decisões da companhia e não só dê suporte às outras áreas. Ao terceirizar, as empresas focam no que realmente importa e ganham em agilidade, reduzem custos e aumentam a produtividade. Falando em redução de custo, com um time de especialistas, é possível fazer uma avaliação constantemente do desempenho de equipamentos para evitar gastos com manutenção e diminuir o consumo. Mas não é só no controle que a terceirização é forte. A visão estratégica é outro diferencial.

Com olhar mais aguçado em tendências, o fornecedor tem capacidade de criar soluções inovadoras para atender diferentes nichos de mercado como o pagamento eletrônico. Uma das modalidades de pagamento mais comum atualmente são as cobranças em nuvem. No Freemium, o cliente não paga até um limite de créditos, e, ultrapassando essa cota, o serviço começa a ser cobrado. Outro exemplo é o Tiered, que estabelece um limite de transações em um determinado intervalo. Neste caso, a cobrança não é mais individual, mas por diferentes faixas com volumes de chamados definidos.

Não resta dúvida que todo esse conhecimento esteja nas mãos de um grupo de especialistas. O sucesso da sua empresa depende de ser capaz de aplicar novas tecnologias de forma confiável e eficiente. De modo geral, é bem parecido com as razões e vantagens de contratar uma agência de publicidade para fazer uma ação na TV ou até mesmo para cuidar das suas redes sociais.

*Kleber Bacili, CEO e fundador da Sensedia

A tecnologia facilitou as atividades do dia a dia e permitiu realizar muitas delas on-line, de maneira ágil e sem a necessidade de pegar longas filas. Para ajudar a reforçar a segurança no ambiente on-line, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a Clicksign se uniram para oferecer soluções baseadas em uma plataforma de assinatura eletrônica.

Conforme explica Marcelo Kramer, CEO da Clicksign, a formalização de negócios migra, cada vez mais, do papel para os meios eletrônicos, que são mais eficientes e contam com diversos benefícios, como agilidade no desenvolvimento dos processos, por exemplo. “Pensando nisso, oferecemos uma plataforma com o objetivo de tornar a assinatura eletrônica universal, de forma que toda a população possa assinar os documentos dessa maneira”, ressalta Kramer.

A plataforma, de mesmo nome da empresa, atende as mais diversas demandas de instituições financeiras, corretores de seguros, empresas de prestação de serviços e instituições de ensino. É possível assinar, por exemplo, documentos como contrato de prestação de serviços, matrícula escolar, ficha de abertura de conta, empréstimo, plano de previdência, proposta de seguros, cédula de crédito bancária, entre outros. “Nossa solução foi desenvolvida no Brasil e leva em consideração todas as especificidades da legislação do país”, ressalta Kramer.

A solução Clicksign permite a utilização de vários fatores de autenticação, que podem ser utilizados de acordo com a necessidade de segurança do cliente. Para poder autenticar a assinatura, pode ser utilizado o e-mail, endereço de IP, telefone celular, dados cadastrados na Receita Federal, geolocalização, Captura de documentos oficiais, captura de fotos faciais, dados bancários e certificado ICP-Brasil.

“As transações 100% digitais estão se consolidando no Brasil e é importante estar atento as tendências do mercado para oferecer soluções que ajudam a promover eficiência e redução de custos. Vimos na Clicksign uma empresa com todo o potencial esperado pelos nossos clientes, que certamente, junto com suas soluções, irá agregar bastante valor ao nosso portfólio de soluções”, declara Breno Barros, Head of Innovation & Digital Solutions.